terça-feira, 2 de abril de 2013

"It's all about music"

Acho que foi ali, no solo de dez minutos do Gary Clark Jr., que se deu conta [do título]. Talvez graças ao sol (apesar do sol) que, ali mesmo, castigava todo mundo que parou pra ouvir? Talvez.
Pode ser que tenha sido, mesmo, no momento em que o logo anunciando "Franz Ferdinand" apareceu no palco Butantã, minutos antes da própria banda - uma conhecida de cinco outras festinhas, com essa, seis. Se bem que, as chances de ter sido durante o "let's get wild" sussurrante de Ulyses, ou, ainda, no "lalalala" de The Fallen, são grandes também!
Mais provável mesmo é que tenha sido no momento "desespero" da coisa: estar no palco Acesso, vendo, de tão longe, as luzes piscando empolgadas pro Queens of The Stone Age. Mas, se tivesse que escolher, provavelmente diria que foi entre o solo de Little Sister e a comoção enorme do Josh Homme por estar no seu país.
Acho que foi um pouquinho em cada; o total, no todo. Mas... se ela tivesse que escolher seu momento, se tivesse mesmo, diria que percebeu, de fato, durante Everlasting Light. Ou não? Ou foi no agradecimento tímido - tão esperado - do Dan? "Ohh... thank you, guys, thank you." É claro que Sinister Kid, aquele presente, pra ela e a amiga cantarem empolgadas, praticamente sozinhas, num raio de milhares de fãs, entra nessa lista também. E o hit, pra todo mundo pular e perder a voz junto, com certeza tem seu poder de disputa. 'Cause we got the love that keep us waiting! Ouvir sua lyric favorita dos últimos tempos ao vivo, segurando nas mãos dele, marcou muito também (everybody knows that a broken heart is blind). E as mãozinhas, as jogadas de cabelo, o jogo de luzes. E Strange Times, por favor. E Nova Baby. E Money Maker. Fora o "baraparapa" de Howlin' foy you. Então... é, foi por ali sim.



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